..os tropeços que a faziam envermelhar as faces e suar frio a mão, pois uma certa vergonha sentia, de aos gritos demostrar demais, o que tinha medo de sentir. Podia ser demais; podia não voltar. Não cobrava, só esperava. Talvez não devesse, não pudesse esperar. Soube disso muito antes, que esperar a cansaria. E então decidiu parar, dar um passo atrás, pois passos demais a fariam parecer em uma maratona, que só o coração decidiria quem venceria; poderia só ter perdedores. Sente o medo? Que se sente, estraga os dois. Decide assim, que o medo a faz abandonar a vontade que sente de dormir às estrelas, de braços entrelaçados, para sempre, mesmo sabendo que não existe sempre e que contar o tempo pode piorar, mas conta os segundos para sorrir de novo. Abandonou as vontades para não afogar de medo, no teu medo, medo dela, de estar querendo demais.
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