Carrego comigo um coração doente. Carente de amor, de um amor que se foi. Surrado de dor, que apanhou feito um escravo, apoiado na desculpa que é errando que se aprende. Que é errando que se sente, a dor de perder, um amor puro e doce, que acabou de nascer. Que nasceu e não morreu. Carrego comigo, um amor amigo. Um amor que ama de longe, que sonha distante em aprender a crescer. Aprender a esquecer, uma dor que já passou. A viver um amanhã, cheio de hoje. Que é hoje o que eu sinto, que faz parte desse coração, sofrido e calado, que agora parou.
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